- 889.828 habitantes (dados do IBGE 2000);
- Área: 251quilômetros;
- Localização: Região metropolitana do RJ, no lado oriental da Baía de Guanabara;
- Limites: Ao Norte, com Itaboraí e a Baía de Guanabara. Ao Sul, com Maricá e Niterói. a Leste, com Itaboraí e Maricá a Oeste, com a Baía de Guanabara e Niterói.
- Clima: Ameno e seco, variando entre a temperatura máxima anual de 33º e a mínima de 12º;
- Ponto Culminante: Alto do Gaia, com 500 m de altitude, na serra de Itaitindiba;
- Eleitores: 561.405 eleitores, correspondentes a 61% do total da população;
- Aniversário do município e do padroeiro: 22 de Setembro;
- Principais atrações turísticas: Fazenda Itaitindiba - construída em 1687, Alto do Gaia - área de vôo livre com 1.504 metros de altitude, Praias da Luz, Praia de São João, Fazenda do Columbandê - construída em 1620, Capela de Nossa Senhora da Luz - construída no século 17, APA de Guapimirim;
Fundação:
O município foi fundado em 6 de abril de 1579 pelo colonizador Gonçalo Gonçalves. Em 22 de setembro de 1890, o então Distrito de São Gonçalo foi emancipado politicamente de Niterói passando a se desenvolver consideravelmente. Em 6 de abril de 1579, o colonizador Gonçalo Gonçalves fundava São Gonçalo, mandando construir uma capela com o santo de sua devoção - São Gonçalo D'Amarante, marcando sua colonização.
Presume-se que o local tenha sido onde hoje está a Igreja Matriz de São Gonçalo. No entanto, existem relatos de que a primeira capela tenha sido erguida as margens do rio Guaxindiba, mas até hoje não foram localizados qualquer vestígio de sua existência real. Ao contrário do que é relatado em relação a capela construída as margens do rio Imboaçu, que de acordo com alguns historiadores foi a segunda capela.
No início de sua fundação no século XVI, São Gonçalo era habitado pelos índios Tamoios, cujas domínios estendiam-se até Angra dos Reis. Seu desmembramento, iniciado no final do século XVI, foi efetuado pelos jesuítas que, no começo do século XVII, instalaram uma fazenda na zona conhecida como Colubandê, às margens da atual rodovia RJ-104.
Em 1646, foi alçada à categoria de paróquia, já que, segundo registros da época, a localidade-sede ocupava uma área de 52 Km², com aproximadamente seis mil habitantes, sendo transformada em freguesia. Visando a facilidade de comunicação, a sede da sesmaria foi posteriormente transferida para as margens do Rio Imboaçu, onde foi construída uma segunda capela, monumento atualmente restaurado. O conjunto de marcos históricos remanescentes do século XVII inclui a Fazenda Nossa Senhora da Boa Esperança, em Ipiíba, e a propriedade do capitão Miguel Frias de Vasconcelos, no Engenho Pequeno. A capela de São João, Porto do Gradim, e a Fazenda da Luz, em Itaóca, são lembranças de um passado colonial em São Gonçalo.
Em 1860, 30 engenhos já estavam exportando através dos portos de Guaxindiba, Boaçu, Porto Velho, e Pontal de São Gonçalo. Dessa época, as fazendas do Engenho Novo e Jacaré (1800), ambas de propriedade do Barão de São Gonçalo, o Cemitério de Pachecos (1842) e a propriedade do Conde de Baurepaire Rohan, na Covanca (1820), são os elementos mais importantes.
Em 22 de setembro de 1890, o Distrito de São Gonçalo é emancipado politicamente e desmembrado de Niterói, através do decreto estadual nº 124. Em 1892, o decreto nº 1, de 8 de maio, suprime o município de São Gonçalo, reincorporando-o a Niterói pelo breve período de sete meses, sendo restaurado pelo decreto nº 34, de 7 de dezembro do mesmo ano. Em 1922, o decreto 1797 concede-lhe novamente foros de cidade, revogada no em 1923, fazendo a cidade baixar à categoria de vila. Finalmente, em 1929, a Lei nº 2335, de 27 de dezembro, concede a categoria de cidade a todos as sedes do município.
A partir de então (1929), o Município de São Gonçalo, inicia, de forma mais tranqüila, sua trajetória rumo ao progresso e ao sucesso.
Em 1943, ocorre nova divisão territórial no Estado do Rio de Janeiro e desta vez, São Gonçalo perde o Distrito de Itaipu para o município de Niterói , restando-lhe apenas cinco distritos, quais sejam: São Gonçalo sede, Ipiíba, Monjolo, Neves e Sete Pontes que permanecem até os dias atuais.
Neste mesmo período, décadas de 40 e 50, inicia-se a instalação, em grande escala, de grandes fábricas e industrias em São Gonçalo. Seu parque industrial era o mais importante do Estado, o que lhe valeu o apelido de Manchester Fluminense.
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Hino de São Gonçalo:
(Estribilho)
Tens usinas com muitas chaminés
(Estribilho)
Tens igrejas festivas, cujos sinos
(Estribilho)
Letra: Prof. Geraldo Pereira Lemos
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História do Hino de São Gonçalo
Em 30 de julho de 1970, através da deliberação Municipal nº 567/70, o Hino Municipal foi instituído. Os versos liricos do Prof. Geraldo Pereira Lemos convertem em palavras o sentimento gonçalense de coragem, bravura e confiança no futuro. O maestro Joyleno dos Santos musicou os versos do Prof. Geraldo, tornando-o cântico dos corações orgulhosos do povo desta terra "...mui singela...".
A letra do Hino foi escrita pelo professor Geraldo Pereira Lemos , o poeta que mais tem cantado a Terra Gonçalense.
A melodia é de autoria do clarinetista e maestro Jayoleno dos Santos , que levou o nome de São Gonçalo até a Orquestra Sinfônica Brasileira.

São Gonçalo ao criar seu brasão, procurou dar enfâse as suas característcas de município industrial, que na época, estava em franca expansão, exportando, inclusive, sua agricultura e sua religiosidade.

A Bandeira Municipal consiste em um retângulo repartido por diagonais, formando quatro triângulos (dois pares) nas cores azul e branco. Os dois pares de triângulos convergem ao escudo central, que é o Brasão do município.
FONTE DA PESQUISA: SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO

